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El Toro desencanta faz dois gols, dá assistência, e o Botafogo vence o Ceará por 3 a 1

Ele não fez uma boa estreia, como os demais companheiros errou tudo que tentou no primeiro jogo da Série A. Talvez o nervosismo da estreia e a vontade de mostrar seu futebol para o novo comandante tenha influenciado. Foi até substituído no segundo tempo contra o Corinthians pelo Matheus Nascimento. Mas ontem, na segunda rodada, no Castelão, diante do Ceará, ele comandou o ataque do seu time e levou o Botafogo à vitória sobre o Ceará, com Luís Castro na beira do campo.


Fez dois gols, um de cabeça – cabeceando pro chão como manda o figurino -, aproveitando lançamento na área de Daniel Borges; converteu o pênalti sofrido por Romildo, virando a partida. Antes já tinha dado assistência para Vitor Sá abrir o placar. Foi um monstro, o melhor da partida. Saiu exausto e ofereceu a vitória à torcida do Botafogo presente ao estádio.

El Toro, o dono do jogo no qual foi decisivo para a 1ª vitória do Fogão. Imagem/reprodução da TV


Se o Botafogo tivesse jogado o que jogou na noite deste domingo, 17, contra o Corinthians, não teria levado o vareio de William e Cia, e perdido de 3 a 1. Não, o time não está ainda uma maravilha, mas é impressionante a evolução. Principalmente a entrega dos jogadores, um dos fatores ausentes contra o time paulista.


Creio que a presença do técnico Luís Castro no gramado, não deixou o time se acomodar, o que fez seus comandados brigarem o tempo todo pela bola. Dessa vez ganhamos muitos rebotes no meio de campo, ou seja a segunda bola foi nossa. Costumo dizer que quem ganha a segunda bola, vence a partida. E foi o que aconteceu.


Ainda temos Patrick de Paula um pouco dispersivo, embora tenha melhorado o passe. Na verdade, é bonito vê-lo jogar, mas precisamos também da intensidade dele. O lançamento para Erison no lance do primeiro gol foi uma pintura. Matou a bola no peite e, de primeira, deu um tapa bem na frente. Erison teve inteligência para em fração de segundo lançar Vitor Sá na área para abrir o placar.


No segundo gol, Romildo que substituiu Chay, outro que não assimilou ainda os conceitos de jogo de Castro, entrou na área e foi travado por Messias e Daronco marcou pênalti convertido por Erison com extrema categoria e frieza.


O Ceará sentiu muito a ausência de Vina responsável pelas articulações da equipe, além de gols e assistências. O Ceará perdeu muito do seu poder ofensivo sem sua estrela principal. Mendoza, que poderia ser o escape do Vozão, foi neutralizado por Saravia que fez boa partida, fazendo o torcedor esquecer o fisco da estreia. Lima que vinha jogando bem, fazendo inclusive o gol de empate, perdeu a cabeça e foi expulso num lance bobo, prejudicando ainda mais o Ceará.


Oyama também foi outro destaque, dando consistência ao meio de campo com roubadas de bola e ajudando a armar o time, como Luís Castro gosta e define os volantes como “faróis do time”. Outra grata surpresa foi Daniel Borges improvisado na lateral esquerda. Saiu-se muito bem dando inclusive a assistência para o segundo gol.


A delegação do Botafogo retornou ontem mesmo no avião fretado para o Rio de Janeiro e na próxima quarta, 20, enfrenta o Ceilândia, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, em jogo de ida pela oitava fase da Copa do Brasil.



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